terça-feira, 3 de setembro de 2013

Empreendedorismo Farmacêutico e Estratégias para o Mercado Farmacêutico

Palestra direcionada aos Profissionais Farmacêuticos do Estado de São Paulo, com o objetivo de incentivar o empreendedorismo, demonstrando através de técnicas e praticas, as possibilidades de se construir uma carreira de sucesso na profissão e na empresa.

Direcionada também aos profissionais que buscam as oportunidades no atual cenário do mercado farmacêutico e os seus desafios, nas relações de confiança entre consumidores e os diversos atores do mercado farmacêutico e ainda as percepções e a valorização da população em relação ao trabalho do profissional farmacêutico.

Será apresentada aos participantes da Palestra, uma análise dos dados do Primeiro Levantamento Nacional acerca do Mercado Consumidor Farmacêutico realizado pelo Datafolha/ ICTQ - Instituto de Pós Graduação para Farmacêuticos.

PALESTRANTE

Poatã Casonato

Diretor de Relacionamento do ICTQ, Graduado em Farmacêutico Industrial, com 11 anos de experiência como Gestor na Indústria Farmacêutica e 8 anos no  Varejo Farmacêutico. Diretor  Administrativo do Ephar ( Centro Analítico de Equivalência Farmacêutica ). Especialista em Tecnologia Farmacêutica, MBA em Gestão Empresarial, Especialista em Gestão de Negócios pelo programa PDD. Certificado Internacional em Master Coach Executivo e Liderança pelo Condor Blanco Internacional (Chile).  Professor e Palestrante nas áreas de Gestão, Liderança e Empreendedorismo.

INFORMAÇÕES GERAIS

Dia: 12 de setembro de 2013
Horário: 20 horas
Local: Hotel Arco – Bauru - SP

INVESTIMENTO / INSCRIÇÕES

As inscrições são gratuítas e podem ser realizadas através do envio de um e-mail para cursos@ictq.com.br , com o assunto "Seminário Bauru - SP" e os seguintes dados :

Nome completo:
Telefone:
Endereço de correspondência (completo com CEP e nº da residência, bairro, cidade, estado)

Maiores informações poderão ser solicitadas pelo e-mail cursos@ictq.com.br ou pelo 0800 602 6660.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Pesquisa mostra rejeição a projeto

Dois em cada três entrevistados são contra a "importação" de médicos estrangeiros, aponta pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade Industrial (ICTQ), que faz estudos sobre o setor médico e farmacêutico. Três capitais do Nordeste estão entre as cinco com os maiores índices de entrevistados contrários ao programa do governo federal - justamente uma das regiões com maior carência de profissionais de saúde. Na outra ponta está Porto Alegre, onde 61% da população apoia a contratação de médicos estrangeiros.
Foram entrevistadas 2.650 pessoas de 15 capitais, mais o Distrito Federal, entre 5 e 10 de agosto. Em Aracaju, está a maior resistência à importação de médicos - 91% dos entrevistados. Em seguida estão Rio (87%), Curitiba (84%), João Pessoa (75%) e Maceió (72%).
"Já houve declarações de que as pessoas contrárias seriam as de classe social mais privilegiada. Mas a pesquisa mostra que é o oposto", afirmou a diretora de pesquisa e extensão do ICTQ, Thaís Bueno Oliveira. Segundo ela, os entrevistados demonstraram temores com as dificuldades com o idioma. "Observei que as pessoas falam coisas como 'se nem o médico brasileiro consegue diagnosticar, imagine o estrangeiro'."
Porto Alegre é a única capital em que a maioria apoia a contratação de estrangeiros. As menores resistências estão em Goiânia (47% aprovam a medida), Campo Grande (44%), São Paulo-SP (43%) e Manaus (40%).
Para o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Aloísio Tibiriçá Miranda, a pesquisa mostra que a qualificação dos médicos que serão trazidos do exterior também preocupa os pacientes. O Ministério da Saúde não comentou o resultado da pesquisa.
Fonte: Estadão

Anvisa adota ações para prevenir invasão de sistemas.

Visa DOC teria sido invadido.

No final da tarde de quarta-feira (28) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou um caso de invasão a um dos seus sistemas, chamado Visa DOC. Por precaução, o sistema foi retirado do ar.

O problema foi identificado pela áreas de tecnologia e segurança institucional da Anvisa que acionaram o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República para que se inicie o processo de investigação.

A suspeita inicial é que apenas nomes de servidores e senhas criptografadas, que não podem ser lidas, foram acessadas. Todas as senhas já foram invalidadas.

Fonte: Anvisa

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pará é quarto em uso de remédio sem receita

O Pará é o quarto Estado que mais comercializa medicamento controlado (tarja preta e vermelha) sem receita e prescrição médica. É o que mostra o Primeiro Levantamento Nacional do Perfil dos Consumidores de Medicamentos realizado pelo “Datafolha/ICTQ Pós-Graduação para Farmacêuticos”. O consumo ilegal destes medicamentos em Belém está acima da média nacional que apresenta um índice de 20%. Na capital paraense esse índice de consumo ilegal é de 24%. Hoje, um em cada quatro moradores de Belém consome medicamento controlado.
O perfil dos consumidores com acesso a medicamento controlado sem receita médica mostra que em sua maioria são homens, com idade a partir dos 60 anos, da classe “A”, com nível superior. A pesquisa quantitativa foi feita através de abordagem individual mediante aplicação de questionário. Foram entrevistados 1.611 pessoas (homens e mulheres, com 18 anos ou mais) que costumam realizar compras em farmácias e/ou drogarias.
O levantamento mostra que os medicamentos estão se tornando um produto de uso comum em Belém: 82% dos consumidores pesquisados veem a farmácia como um supermercado ou loja de conveniência; e 32% dos consumidores não conseguem identificar o farmacêutico dentro do estabelecimento e acaba consumindo o remédio sem orientação. Ainda segundo a pesquisa, quando o medicamento provoca uma reação adversa, somente 22% busca o hospital e somente 13% busca ajuda com um farmacêutico.
Os números mostram que Fortaleza (38%) é a cidade que mais consome medicamento controlado irregularmente, seguido por Goiânia (33%), Salvador e Rio de Janeiro (25%) e Belém e Curitiba (24%). A lista prossegue com Belo Horizonte (20%), Porto Alegre (18%), Manaus (16%), Campo Grande e São Paulo (12%) e Recife (9%).

SEM VIGILÂNCIA
O Conselho Regional de Farmácia do Pará (CRF-PA) realizou em 2012 fiscalização em 118 municípios paraenses para coibir o comércio irregular de medicamentos, o que representa 92% da população paraense em número de habitantes e 95% do total de farmácias e drogarias no Pará. “Temos firmado parcerias com os Ministérios Público Federal e Estadual, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e com todos os órgãos que queiram contribuir para a extinção do comércio irregular de medicamentos. Nosso principal objetivo é inserir o profissional farmacêutico na farmácia/drogaria para garantir a saúde da população”, afirma Daniel Jackson Pinheiro Costa, presidente do conselho.
Ele diz que qualquer produto farmacêutico consumido sem orientação será danoso para o consumidor. ”No caso específico dos medicamentos sujeitos a controle especial, a preocupação é maior por conta da dependência física, psíquica e social causada”. 
Jackson ressalta que os dados são referentes a 2012 ano no qual, segundo ele, a população de Belém ficou sem assistência da Prefeitura de Belém em vários quesitos, incluindo a atividade fiscalizadora por parte da Vigilância Sanitária. “Esperamos que as pessoas que atualmente ocupam a Vigilância Sanitária, mudem esse panorama. O conselho vem cumprindo seu papel. Prova disso é que somente em 2013 realizamos seis ações conjuntas em parceria com a Vigilância Sanitária de Belém”, ressalta.

Estado é omisso na fiscalização 
De acordo com o presidente do Conselho, o consumo ilegal de medicamentos é grave em todos os lugares e isso acontece porque as vigilâncias sanitárias do interior não existem de fato e não fiscalizam absolutamente nada. “A Vigilância Sanitária do Estado é falida, sucateada e nem sequer possui farmacêutico capacitado para atuar nas regionais de proteção social. Fato que é um absurdo se considerarmos os recursos que são recebidos. Não se ouve falar em nenhum trabalho da Vigilância Estadual. Dessa forma, uma fiscalização precária permite que o comércio clandestino avance”, aponta.
As inspeções feitas nas indústrias farmacêuticas são agendadas o que, segundo ele, permite tempo para que as clandestinidades sejam “maquiadas”. “O Estado não pode alegar a descentralização das vigilâncias municipais. Estive como membro da Vigilância Estadual por cinco meses e posso garantir que não há menor condição estrutural e de funcionalismo neste setor”.
Ele assegura que a Vigilância Sanitária Estadual é inerte diante dos riscos que a população está exposta em todas as áreas. “No que diz respeito a medicamentos, se fossemos dependentes exclusivamente da Vigilância estadual, enfrentaríamos uma situação de total vulnerabilidade”.
Qualquer cidadão que promova o comércio de medicamentos sujeitos a controle especial está agindo como traficante de drogas, e pode ser enquadrado na Lei 11.343/06 nos artigos 33 e 66. “Caso algum farmacêutico esteja promovendo este tipo de comercialização, além de responder criminalmente, também será julgado pelo código de ética farmacêutica e poderá perder o registro profissional.”
Esse consumo ilegal, opina Daniel Jackson, se dá em razão dos consumidores considerarem medicamentos como se fossem produtos vendidos em supermercado e em loja de conveniências, que é o que muitas farmácias se transformaram. “A pesquisa do ICTQ mostrou que 91% da população vai às drogarias para adquirir medicamentos. Estes produtos de conveniência estão nas drogarias por decisão judicial contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acredito que tais produtos que não têm vinculação com a saúde e não deveriam estar disponíveis dentro de estabelecimentos do gênero. Porém o mais importante é que a Anvisa não deveria permitir que medicamentos isentos de prescrição (MIP’s) estivessem ao alcance do consumidor e, lamentavelmente, a postura não é essa”.

Receita médica é exigência para qualquer medicamento
O presidente do CRF recomenda que a população só consuma medicamentos com a orientação adequada do farmacêutico. “Do contrário, assim como o medicamento pode curar, ele também pode matar. O que diferencia o medicamento do veneno é simplesmente sua dose. Por isso a população deve consultar sempre o farmacêutico e ser o maior fiscal da presença do profissional nas farmácias e drogarias”.
O DIÁRIO percorreu quatro farmácias no centro da cidade na semana passada em horários diferentes. Em todas existiam farmacêuticos em todos os horários de funcionamento e não flagrou a venda de nenhum medicamento sem prescrição.
A bancária Isabela Moraes, 38 anos, precisa comprar todos os meses o medicamento Androcur, hormônio que sua filha Luciana precisa tomar mensalmente dentro de um longo tratamento para crescimento. “Sempre, desde o início, procurei um especialista e só compro remédio coma a prescrição médica. Isso é fundamental para nos resguardar e resguardar o profissional médico”, ressalta.
O medicamento bastante comercializado nas farmácias de Belém é o tranquilizante Rivotril, tarja preta. A aposentada Odete Maria Alves compra de 15 em 15 dias para o tratamento de sua filha de 22 anos, que sofre de distúrbio do pânico. “Quem toma medicamento desse tipo tem que trazer a receita médica. Medicamento controlado é muito perigoso se for tomado sem a dosagem certa e acompanhamento. Falo por experiência própria”, aconselha.

OS CONTROLADOS
Os chamados medicamentos controlados, ou sujeitos a controle especial, são medicamentos ou substâncias com ação no sistema nervoso central e capazes de causar dependência física ou psíquica.Também se enquadram na classificação de medicamentos controlados, segundo a Portaria 344/98, do Ministério da Saúde, substâncias anabolizantes; substâncias abortivas ou que causam má-formação fetal; substâncias que podem originar substâncias psicotrópicas; insumos utilizados na fabricação de entorpecentes e psicotrópicos; plantas utilizadas na fabricação de entorpecentes, bem como os entorpecentes; além de substâncias químicas de uso das forças armadas.

Fonte: Diário do Pará

Ranking dos laboratórios farmacêuticos mais lembrados em Curitiba - PR




Ranking dos laboratórios farmacêuticos mais lembrados, de forma espontânea, pelos consumidores de medicamentos da cidade de Curitiba - PR:





Medley: 20%    
Aché: 17%
Bayer: 9%
Roche: 11%
EMS: 7%
Eurofarma: 5%
Neoquímica: 5%
Johnson & Jonhson: 3%
Pfizer: 3%

Estes índices foram obtidos por meio do “Primeiro Levantamento Nacional do Perfil dos Compradores em Farmácias”, pesquisa realizada pelo ICTQ - Instituto de Pós Graduação para Farmacêuticos em parceria com Instituto de Pesquisas Datafolha. O mesmo foi publicado na última semana no Jornal Zero Hora - de Porto Alegre - RS, afiliado à Rede Globo.

Metodologia da Pesquisa: Pesquisa quantitativa, com abordagem pessoal e individual dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional, mediante aplicação de questionário com, em média, 18 minutos de duração.

Foram entrevistados 1.611 pessoas (homens e mulheres, com 18 anos ou mais) que costumam realizar compras em farmácias e/ou drogarias.

Conheça a pesquisa na íntegra acessando link:

Publicação e uso dos resultados
 

O uso deste resultado em artigos, materiais publicitários e imprensa, só é permitido mediante autorização por escrito do ICTQ. Interessados solicitar autorização pelo e-mail pesquisa@ictq.com.br

Fonte: Departamento de Pesquisa do ICTQ - Instituto de Pós Graduação para Farmacêuticos.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Indústria brasileira de fármacos progride

O caminho para o sucesso é a pesquisa tecnológica.

Nos últimos anos, o Complexo Industrial da Saúde (CIS) vem se fortalecendo e apostando na inovação para se destacar no setor de fármacos e medicamentos. O mercado brasileiro faturou no ano passado R$ 33,36 bilhões. De acordo com a consultoria norte americana IMS Health, em oito anos, o Brasil passou do décimo lugar para o sexto no mercado mundial. A estimativa é a de que o País seja o quarto do mercado em 2016.
Para atender essa expectativa, o titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, acredita que a única saída é a pesquisa tecnológica. “Se não avançarmos na pesquisa tecnológica vamos ter um voo de galinha. Para que o País progrida é fundamental agregar conhecimento”, disse.

O governo federal, há cinco anos, tem investido numa política pública conhecida como Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) para alavancar o CIS. Neste semestre, o Ministério da Saúde formalizou 33 parcerias entre laboratórios públicos e privados para verticalizar a cadeia produtiva de fármacos e medicamentos. A estimativa é a de que o Estado economize R$ 225 milhões.

Fonte: Agência CTI

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Setores trabalham para ampliar exportações de medicamentos

Déficit da cadeia produtiva cresceu 4,8%.

O saldo negativo acumulado na balança comercial pela indústria brasileira de farmacoquímicos e farmacêuticos nos últimos anos acendeu o sinal de alerta dos empresários e entidades que atuam no setor sobre a importância de projetos que estimulem a exportação de insumos e produtos

Apenas no ano passado, o déficit da cadeia produtiva farmacêutica brasileira cresceu 4,8%, saltando de US$ 6,334 bilhões em 2011, para US$ 6,637 bilhões em 2012, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Farmacoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi).

Para mudar essa realidade, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) e a Abiquifi se uniram para discutir novos modelos de atuação. Algumas ideias já estão sendo colocadas em prática. Entre elas estão o reconhecimento internacional do elevado padrão regulatório brasileiro e o foco na exportação de produtos acabados, que apresentam maior valor agregado.

"Por enquanto, o foco está na comercialização de produtos acabados. Mas sabemos que daqui a um tempo, teremos que abrir novos mercados. Esse trabalho deve ser feito a longo prazo", ressaltou o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.

Fonte: DCI

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